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domingo, 30 de dezembro de 2012

A gente ou agente?

É uma palavra na nossa língua que deixa muita gente com dúvida. Para início de conversa, as duas formas estão certas. A única diferença é em qual contexto cada uma das palavras deve ser utilizada.

A gente é uma forma coloquial - utilizada principalmente na fala - sinônimo de nós. Significa, num contexto, um grupo de pessoas que inclui a pessoa que fala.

A gente saiu ontem à noite. - Nós saímos ontem à noite.
A gente teve aula de transfiguração. - Nós tivemos aula de transfiguração.
A gente odeia a professora de voo. - Nós odiamos a professora de voo.

Apesar de ser sinônimo de "nós" a gente não é seguido de um verbo na primeira pessoa do plural, e sim de um verbo na terceira pessoa do singular (ele).

A gente vai. - (ele) vai.
A gente gosta. - (ele) gosta.
A gente anda. (ele) anda.

Já agente - junto - é uma palavra que significa aquele que age. Pode ser usado também como sinônimo de "espião".

Meu tio trouxa é um agente de viagens.
James Bond foi um agente importante.

Alice Cross


"Sua cabeça está sempre nas nuvens. Ela precisa voltar para a realidade."

Alice Cross tem 15 anos, nasceu dia 7 de julho e morava com seus pais Marcelle, uma puro-sangue e Jordan, um mestiço na Roma. Foi criada em uma boa família com todas as mordomias que uma filha única pode ter, criada em uma vila bruxa. Seus pais sempre ensinaram a ser gentil e corajosa, tinha dois lados muito bons como apoio, já que sua mãe foi uma doce Lufana e seu pai um forte Grifinório.

Quando chegou o dia, ela foi mandada para a Academia bruxa para damas da Itália, aprendendo como ser uma dama mais do que se aprende a ser uma bruxa. Os pais haviam se mudado para a Itália depois que se casaram para tentar organizar suas vidas com um recomeço depois de toda a família de Marcelle ser assassinada misteriosamente.  Mas ao ver nas cartas a vontade da filha de descobrir algo novo em Hogwarts planejaram a transferência de Alice e sua mudança para Londres.

Com sua personalidade gentil, ela foi para a casa Lufa-Lufa, recebendo o orgulho da mãe. Alice é uma menina carinhosa e um pouco tímida, mas tem uma grande coragem e, apesar da aparência delicada, tem o espirito forte. Após anos na academia tem o habito de se portar como uma dama, o que combina muito com seus traços aristocráticos. Tem longos ondulados cabelos vermelho cor de fogo, e uma pele branca como porcelana, olhos verdes que possuem pontinhos castanhos e uma boca carnuda chamativa que vive pintada de vermelho. Suas bochechas coram com grande facilidade, o que a chateava constantemente por denunciar quando esta envergonhada ou com raiva.

Sempre se perguntou o que acontecera com a família de sua mãe, mas apesar de todos os esforços dos pais, nada se descobriu sobre isso. Por isso, sempre teve muito contato com a família de seu pai, como se para preencher a lacuna, e a pessoa que mais gostava era sua prima Kyra, com quem é bem apegada.
Gosta de matérias como Feitiços e Trato de Criaturas Magicas, sonha em um dia poder viajar pelo mundo para cuidar de todos os tipos de criaturas diferentes. Nunca fora uma pessoa namoradeira, mas também não tinha longos e duradouros romances, apenas pequenos casos de verão, ela apenas aceitou que suas paixões acabavam rapidamente e decidira não criar grandes esperanças para o amor, não criava expectativas e gostava de ver como as coisas se dariam sendo levadas ao acaso.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Mal ou Mau?

Mal

Mal pode ser um substantivo ou um advérbio (quando indicar circunstância de modo). É o oposto da palavra bem.

Eu me saí mal na prova de poções. (advérbio)
O professor de poções é do mal. (substantivo)

Repare que, nessas frases, se substituirmos a palavra "mal" por "bem" teremos exatamente o oposto.

Eu me saí bem na prova de poções.
O professor de poções é do bem.

O plural de de mal é males - quando substantivo.

Dos males... o menor.
Quem canta os males espanta.

Mau

Mau é um adjetivo e vem sempre acompanhado por um substantivo. É o oposto de Bom.

Snape foi um mau professor.

Repare que se substituirmos mau por bom, teremos o oposto da frase.

Snape foi um bom professor.

O plural de mau é maus, e seu feminino é "má".

Aqueles trouxas são maus.
Cinderela tinha uma madrasta má.

Na dúvida, é só substituir.


Kyra Fenrir


Kyra Jennifer Fenrir, mestiça, nasceu num bairro famoso de Londres, sua família era de classe média alta. Aos sete anos foi abandonada pelo pai Ryan Fenrir um alcoólatra, que foi embora depois que a família de sua mãe Lana o expulsou. Não se lembra de uma lembrança feliz da sua época de criança somente os gritos e choros de sua mãe por ser espancada pelo pai. Quando tinha nove anos sua mãe conheceu um fazendeiro trouxa milionário e se apaixonou perdidamente por ele. Depois de um ano juntos sua mãe contou que era uma bruxa e sobre seu mundo, fazendo com que ele ficasse desnorteado por semanas.

Robert Lucian Hennesy era tudo o que um homem bom poderia ser, conseguiu em pouco tempo fazer com que Kyra se sentisse amada e a lhe olhar como a um pai. Kyra o ama incondicionalmente e o chama de pai sem hesitar, para ela ele é a pessoa mais importante de sua vida depois de sua mãe.

Depois do casamento foram morar em Dallas onde se localiza a fazenda de seu padrasto. Aos onze anos recebeu a carta de Hogwarts e com imensa felicidade se dirigiu ao seu primeiro ano lá. Não poderia descrever o que sentiu quando se viu entrando no grande Salão Principal. Fez amizades com Erick, Pablo e Christhopher, os obrigando a tirar várias fotos trouxas. Eles eram como os irmãos que nunca teve.

Sempre que volta para a fazenda é como se um pedaço de si se renovasse, pois ama aquele lugar, ama o cheiro da terra depois da chuva, ama o som dos pássaros ou dos animais pastando. Adora ver os empregados domando cavalos arredios e ficarem estupefatos quando ela consegue fazê-lo antes.

Desde que se mudou para a fazenda seu padrasto a ensinou a ser uma ótima amazona, era a melhor domadora da fazenda com apenas quatorze anos deixando irritados vários peões que queriam cair nas graças do patrão.

As famílias Fenrir e Riddle eram velhas amigas e por isso desde nova conhecia Emily Riddle, sendo sua melhor amiga desde o berço e por isso ficou imensamente feliz quando esta foi transferida para Hogwarts.

Em seu quarto ano conheceu Heinz Thorne, transferido de Durmstrang, um garoto lindo mas completamente anti social, taciturno e misterioso. Em seu primeiro contado acarretou uma discussão que deu abertura para outras e mais outras. Não entendia qual era o problema dele com ela, mas como tem temperamento forte ela respondia com fervor, sempre fazendo com que ambos se distanciassem mais. Sempre se perguntou como ele tinha conseguido aquela enorme cicatriz em seu braço, totalmente ignorante sobre o real motivo.

Teve um treino de quadribol ao qual se machucou após cair e torcer o braço, mas permaneceu treinando, e após o termino deste se dirigiu a arquibancada onde desmaiou praticamente nos braços de Heinz, que a levou imediatamente para a Ala Hospitalar. Depois disso pouco a pouco seus sentimentos por ele começaram a mudar, melhorando o jeito que ambos se tratavam.

Kyra sempre fora namoradeira, por diversas vezes cabulava aula e ia namorar com seus namorados pelos campos de Hogwarts, mas nunca em seus quatro anos se sentiu com eles como se sentia perto de Heinz. Não podia descrever como amava os cabelos loiros dele e a vontade louca que tinha de soltá-los do rabo de cavalo que sempre os aprisionava.

Veste-se do jeito que gosta, com roupas country que estão na moda. Ama chapéus, botas, saias e calça jeans, e as usa assim que pode e ama seus longos cabelos ruivos.

Uma das coisas que sente muita falta é de seu cavalo Blake Storm e da linda cachoeira nas propriedades da fazenda de seu padrasto.

Ama incondicionalmente a sua pequena irmã Jenna Lucian Hennesy, fruto do casamento da sua mãe com Robert. Jenna é a miniatura perfeita de Kyra, com seus cabelos ruivos e olho verde, sempre imitando a irmã em tudo que esta faz.

Depois que sua coruja Lawers morreu seu padrasto comprou Becky, uma gatinha linda e pequena que sempre dorme com Kyra. Seus maiores sonhos é ser auror ou jogadora de quadribol profissional, mas como uma adolescente bruxa normal não se decidiu ainda qual das duas seguir.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Joseph Hart


Joseph Hart nasceu em uma família completamente trouxa, e por isso não soube que era bruxo até que fez onze anos de idade e recebeu sua carta de Hogwarts. Ele é fruto de uma família feliz, nada de todo aquele drama que os bruxos nascido-trouxas geralmente contam.

Tem um pai, uma mãe e dois irmãos mais novos. Eles vivem juntos em uma bela casa amarela em uma vila no interior da Inglaterra. Não são ricos.

Joe mantém um relacionamento saudável com seus irmãos, os gêmeos Josiah e Joshua. Eles implicam entre si, discutem, mas nada que uma bela bronca da senhora June Hart não resolva. E bota bronca nisso! Não é fácil ser mãe de três garotos enérgicos e um tanto rebeldes.

Todos os integrantes da família Hart começam com a letra J. Foi uma grande coincidência no início, mas depois foi transformada em tradição. Joe Hart é na verdade Joseph Hart V, o quinto na família com este nome.

Sua infância foi normal, embora nem um pouco tranquila. Corridas no quintal, piques e outros tipos de jogos eram tradições diárias, e a implicância com os gêmeos também. Era uma questão de honra fazer besteira e colocar a culpa nos dois. Não que desse certo, aqueles pestinhas eram mestres em se livrar da culpa.

Joe sempre foi muito inteligente. Desde pequeno adorava pegar livros na pequena biblioteca pública e lê-los até não poder mais. Seus pais nunca tiveram dinheiro para lhe comprar livros, então tivera de se contentar em pegar emprestado.

Talvez pela sua paixão pela leitura e pelo aprendizado, o chapéu seletor de Hogwarts tenha colocado-o na Corvinal. Não que ele tenha achado ruim, até o contrário. Não havia uma outra casa em Hogwarts que Joe gostaria de estar.

Ser um bruxo foi na verdade um sonho realizado, já que seus livros preferidos eram os que tinham alguma coisa sobre magia. Na verdade, Joe costumava desejar ser um bruxo quando soprava as velas nos seus aniversários.

Seus irmãos adoravam interrompê-lo no ponto mais divertido da leitura, apenas para irritá-lo. Geralmente dava certo, e Joseph Hart Sr. era obrigado a brigar com todos os três para que a bela casa amarela voltasse a ter paz.

Em seu primeiro ano em Hogwarts, Joe conheceu Katherine Potter e se apaixonou por aqueles profundos olhos castanhos. É claro que naquela época ele era muito novo para conhecer os sintomas, ou definir o sentimento.

Os meses se passaram e ele se tornou um tanto popular. Nos seus primeiros exames tirou as notas máximas. Esforçou-se para tanto, apenas para ter o prazer de ver o brilho de orgulho nos olhos dos pais ao perceber o que o filho se tornara. As matérias eram legais, e ele gostava tanto de ler que não fora um sacrifício tão grande.

Nas férias, foi o herói dos seus irmãos. “Joe, consegue levitar esta folha?” “Hey, Joe, consegue fazer isso aqui desaparecer?” “Eles te ensinaram a fazer poções com olho de salamandra e perna de aranha?” E todas as perguntas criativas que só garotos de nove anos são capazes de pensar. Ele não podia usar magia fora da escola, é claro, mas era divertido contar histórias sobre o que ele fizera.

Em seu segundo ano ele ganhou um gato. Um gato preto filhote, mas foi a maneira que seus pais arranjaram de mostrar que estavam orgulhosos pela nota. Ele deu o nome de “the king of cats” algo como o rei dos gatos em português, mas acostumou-se a chamar o gato apenas de king.

Eles formaram um laço forte, e por muito tempo, king seguia-o por onde quer que fosse. Depois de alguns meses é que aprendeu a ser mais independente.

Foi neste ano que ele se aproximou mais de Katherine, e descobriu que ficar com as mãos suadas e sentir seu coração acelerar perto da garota era absurdamente comum, pelo menos para ele. Pensava nela com mais frequência do que seria aconselhável, e só no final do ano tomou coragem para pedi-la em namoro. Foi no dia do seu aniversário de treze anos.

O grande problema era que Joe se sentiu inadequado pela primeira vez na vida. Kath era rica, grifinória, sangue puro e muito bonita. Ele era apenas... Joe. O namoro durou apenas alguns meses, pegando o final do segundo ano e o início do terceiro. Ele terminou com ela, porque achava que ela tinha o direito e poderia conseguir alguma coisa melhor. 

Foi nesta época que começou a andar com outras garotas. Chamava-as para sair com muita frequência e podia ser encontrado beijando-as com mais frequência ainda. Era uma maneira de mostrar para Kath que ele seguira em frente e que ela tinha que seguir também.

Não que ele tivesse seguido.

Nem por um momento parou de pensar nela, ou no tempo que passaram juntos. O que ele mais sentia falta era poder olhar nos olhos dela e saber que aquele olhar apaixonado era dirigido a ele.

Aquelas férias foram as piores da sua vida. Ele ficou mal-humorado e irritadiço. Arranjou mais confusões que o necessário com seus irmãos. Discutiu com os pais por motivos bobos. Reclamou de tudo.

Foi só no início das aulas que a situação melhorou um pouco. Vê-la tão de perto era muito bom. Fazia-o lembrar-se dos momentos que passaram juntos. Tiveram um encontro acidental durante a noite no banheiro interditado e ele quase a beijara. Eles ficaram em um chove não molha por algum tempo, até que Kath conseguiu um outro namorado.

Joe nunca sentira tamanho ciúme em sua vida. O estopim fora quando em uma tarde em Hogsmeade, ele vira-a com Santos. Eles brigaram – e como brigaram! – até que Joe saiu com o nariz sangrando. Sua acompanhante tivera que levá-lo até a Ala Hospitalar, e prometeu nunca mais olhar na cara dele.

Joe e Kath ficaram sem se falar ou mesmo se olhar até que um amigo dele obrigou-o a se resolver, inventando um assunto importante que ele tinha que falar com Kath; Foi assim que ele pediu-a em namoro novamente, transformando Matthew em sua pessoa favorita. 

Mariana Olivaes

Mariana é nascida trouxa. Nasceu e cresceu normalmente em Londres, até que, aos seus recém-feitos 14 anos, os pais dela morreram em um acidente. Depois de muita briga na justiça e um mês sobre a custodia de seu tio Oswald (argh), ela conseguiu a emancipação. 

Com direitos de maior de idade, ela ganhou total acesso a herança dos pais (que não era enorme, mas dava pro gasto). Tirou carteira, se mudou pros EUA e comprou um carro, seu bebê, apelidado carinhosamente de Ed. Quando está em Hogwarts, seu precioso fica na oficina de um velho amigo em uma cidade do interior chamada Oriental. Ganha a vida limpando homens em jogos de pôquer ou sinuca. Tem como garantia de proteção um revolver e um riffle herdados do pai.

Ela é muito independente. Odeia quando sentem pena dela e valoriza o dinheiro que ganha. Adora o mar e sempre que pode para em cidades praianas para descansar e espairecer.

Deegan Storm


Deegan Storm Júpiter nasceu em Boston e foi criado por sua avó materna, enquanto sua mãe (Júlia Storm Gallar) trabalhava como dentista. Seu pai (Hector Júpiter Terdon) era do exército e estava em uma missão em Israel.

Quando tinha dois anos, de acordo com sua mãe, seu verdadeiro pai morreu corajosamente em um confronto militar. Nunca conheceu bem seu pai, mas nunca sofreu com a falta de um, pois sua mãe se casou com outro trouxa. Deegan tem uma irmã chamada Carly, que nasceu pouco antes da morte do pai, porém nunca o conheceu.

A família inteira de Deegan é trouxa, porém sua mãe e sua irmã sabem da existência do mundo mágico. Quando Deegan recebeu sua carta de Hogwarts aos 10 anos, foi visitado pelo professor de DCAT, Profº Goulart. Seu rosto era magro e seu cabelo era tão vermelho quanto à capa que usava, porém tinha uma grande careca no centro da cabeça.

Deegan gosta de passar o natal e as férias na casa de sua mãe, junto com sua irmã, que são as  únicas que sabem que ele é um bruxo. Embora sua mãe ainda conviva com o resto da família, ela inventou que Deegan conseguiu uma bolsa em uma escola na Europa e desde então ele mora com um familiar em Londres.

Sempre foi muito participativo, gosta de sair, passear com os amigos, conversar e já fez muitas amizades com o pessoal de outras casas. Ele tem um gato de estimação branco como a neve que se chama Snow.

Heinz Thorne

Heinz Thorne nasceu e cresceu na Rússia, embora seu pai fosse britânico. Nunca conheceu sua mãe, nem ouviu falar dela, já que este é um assunto que seu pai evita entrar em detalhes. Sempre acreditou que ela o abandonou sob a responsabilidade de seu pai, e por isso, nutre algum tipo de raiva por ela. 

Quando fez cinco anos, descobriu uma varinha velha em uma caixa esquecida no sótão. Foi assim que descobriu que sua mãe era uma bruxa e que quando chegasse a hora, ele também seria. Foi aos onze anos que ele recebeu a carta de Durmstrang, e uma visita do atual professor de Arte das Trevas Sergei Ivanovich.  Era um homem assustador, com feições sombrias e uma enorme cicatriz que trespassava todo o seu olho esquerdo.

Não foi com a cara do homem imediatamente, o que contribuiu para que seus anos no colégio fossem transformados em um inferno. É, ele sofreu cada dia dos quatro longos anos que passou por lá. Sofreu bulling, foi maltratado e se transformou em um adolescente soturno e rebelde. 

Logo em seu primeiro ano, arranjou briga com um garoto gordinho e baixinho que se achava o melhor só por ser descendente de Stálin. Sua altura e condição física contribuíram para que vencesse aquela luta, mas não o ajudou quando esse mesmo garoto juntou uma trupe para atacá-lo. No segundo ano as brigas apenas pioraram, e ele passou a receber detenções por elas. Arranjar briga com o alto escalão da escola se tornara então uma questão de honra, e escapar das detenções depois se tornou questão de vida ou morte.

Talvez você se pergunte onde estava o pai dele quando isso acontecia, mas saiba que o que acontecia em Durmstrang, ficava em Durmstrang. Pelo menos se tratando de parentes trouxas. Heinz sabia que se seu pai sequer imaginasse o que acontecia, Sergei não hesitaria em tentar matá-lo. Era mais seguro ficar calado. 

Tudo ficou ainda pior no terceiro ano, a ponto de faltar as provas finais por causa de um ferimento muito profundo e repetir de ano. O estopim foi quando bateu tanto em um garoto que ele ficou inconsciente por quase um mês. Por azar, ou talvez sorte, ele era filho do diretor de Durmstrang e Heinz foi expulso do Instituto por mau comportamento.

No ano seguinte conseguiu uma vaga em Hogwarts, graças à um conhecido de sua mãe que ficou sabendo do acontecido. Heinz queria negar o favor, não queria nada relacionado à sua mãe. Mas quando comunicou seu pai de sua decisão, o olhar de decepção dele foi o suficiente para fazê-lo mudar de ideia.

Por algum motivo que não sabia explicar, Heinz sempre quis obter o orgulho de seu pai. Desde muito pequeno tudo o que fazia visava à aprovação do pai. Desde arrumar seus brinquedos nas caixas corretas à tirar boas notas mesmo não dando a mínima para as matérias do colégio.

Mesmo em Hogwarts, os problemas pareciam não deixá-lo em paz. De primeira, enfrentou algumas desavenças com uma linda garota chamada Kyra. Algumas talvez seja uma palavra um tanto amena para descrever a quantidade das discussões, mas depois de algum tempo aquele rosto simplesmente passou a fazer parte de sua rotina.

O caso é que, de repente não tão de repente, Heinz se viu preso pela cor dos cabelos de Kyra, e enfeitiçado pelo seu olhar. Não soube, e ainda não sabe, o que acarretou tal mudança. Procura sabê-la, todos os dias antes de dormir, mas não sabe nomeá-la, ou talvez saiba, mas não tenha coragem de admitir.

Heinz cresceu solitário. Nunca teve muitos amigos, e os poucos que mantinha desapareceram assim que partiu para Durmstrang. É desconfiado também, vê segundas intenções em cada ação das outras pessoas, e por isso, tem muita dificuldade em fazer novos amigos.

Não que seja tímido: é perfeitamente capaz de manter uma conversa com alguém, sem se importar com o que ele pensa, só nunca teve paciência ou incentivo o suficiente para mantê-la. É uma pessoa de poucas palavras, que responde violentamente ao menor estímulo, apenas por estar acostumado a fazê-lo. Apesar disso, pode ser carinhoso e compreensivo depois que ama uma pessoa, como acontece com seu pai.

Ele mantém seus cabelos louros longos, de maneira que cheguem até um pouco abaixo de seus ombros. É alto e bastante musculoso, simplesmente porque teve sorte e uma boa genética. Nunca trabalhou demais para isso, embora tenha se mantido em forma para ser capaz de vencer uma briga com facilidade.

Seus olhos, apesar de azuis claros, são bastante sombrios e mostram pouco do que sente. Em quatro anos passados em Durmstrang, aprendeu que os olhos são sim a janela da alma. Possui uma quantidade incontável de cicatrizes, mas a única realmente visível para todos é a que tem no braço, fruto de um feitiço de Arte das Trevas conjurado por seu professor em uma das detenções.

Ela costuma doer quando algo ruim está para acontecer, mas Heinz raramente entende a dor como um sinal. Pensa que é algum resquício do feitiço, ou que a enfermeira não quis curá-lo totalmente.

O que Heinz mais gosta em Hogwarts é o verão. O céu azul e o clima quente, fazem-no lembrar-se de quanto a Rússia era fria demais. Nesses dias, ele prende o cabelo em um rabo de cavalo e usa uma blusa leve, em companhia de uma calça jeans. O único problema é deixar sua cicatriz à mostra, mas vale a pena.

Não tem animais de estimação, mas gostaria de ter um gato. Gosta da maneira que eles são independentes e inteligentes. Além disso, pode confiar que o gato dificilmente vai mentir ou traí-lo de alguma maneira.

Tem um hobby também, costuma desenhar quanto se sente entediado ou triste. Gosta de desenhar rostos principalmente, mas também desenha algumas paisagens. Pouca gente sabe que ele desenha, e menos ainda já viram seus desenhos.

Heinz não tem preconceitos com o pessoal das outras casas, muito mais por não conhecer ninguém por qualquer outra coisa. Ele não fala com ninguém a não ser que seja estritamente necessário.



sábado, 22 de dezembro de 2012

Mas ou Mais?

Resolvi fazer uma série de pequenas postagens, com erros comuns que às vezes eu observo nos turnos. 

Mas

Mas é uma conjunção adversativa que indica ideias opostas. Pode ser substituído, em uma oração, por porém, entretanto, todavia, contudo. 

Estudei para a prova de Poções, mas não consegui passar.

Observe que neste caso o "mas" pode ser substituído por porém sem perder o sentido original.

Estudei para a prova de Poções, porém não consegui passar.
Estudei para a prova de Poções, entretanto não consegui passar.
Estudei para a prova de Poções, todavia não consegui passar.

Viu? O sentido é o mesmo em todas as frases. Basta que, quando tiver dúvida, substitua por outra conjunção de mesmo sentido.

Mais

Mais é um advérbio de intensidade, que pode se opor à palavra menos.

Estudei mais para a prova de poções que para a prova de DCAT.

Neste exemplo, o “mais” indica a intensidade do estudo para a prova, e por isso é um advérbio. Se substituirmos por “menos” teremos o sentindo oposto.

Estudei menos para a prova de poções que para a prova de DCAT.

Fez sentido? Então a colocação está correta.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Estruturação de Turnos

Turnos são bem simples de se fazer, mas a maioria dos novatos encontra alguma dificuldade na hora de turnar. Então resolvi fazer este post para ajudar o pessoal a se achar. Vou tentar explicar o máximo possível,  mas se ainda tiverem alguma dúvida, não se acanhem! Podem perguntar.

Os turnos podem ser divididos basicamente em três partes: Narração, falas e pensamentos.

A narração já é auto-explicativa: você narra o que o personagem está fazendo, o cenário em volta, a temperatura, o que o personagem está sentindo. Pode ser na primeira pessoa ou em terceira. Pode ser no presente ou no passado.

Ainda era cedo quando eu levantei da cama. O sol mal acabara de nascer e seus raios eram filtrados pelas cortinas amarelas do meu dormitório. Espreguicei-me e levantei da cama, pronta para mais um dia. Penteei os cabelos com os dedos e dei uma olhada no meu reflexo. Não estava tão ruim assim. 


É cedo quando levanto da cama. O sol está nascendo ainda, e seus raios são filtrados pelas cortinas amarelas do meu dormitório. Espreguiço-me e levanto da cama, pronta para mais um dia. Penteio meus cabelos com os dedos e dou uma olhada no meu reflexo. Não está tão ruim assim.


Ainda era cedo quando Roz levantou-se da cama. O sol mal acabara de nascer e os raios eram filtrados pelas cortinas amarelas do dormitório da Lufa-Lufa. Ela se espreguiçou, pronta para mais um dia. Penteou os cabelos com os dedos e olhou-se no espelho. Não estava tão ruim.


É cedo quando Roz levanta da cama. O sol ainda está nascendo e seus raios sendo filtrados pelas cortinas amarelas do dormitório lufano. Ela se espreguiça, pronta para mais um dia. Penteia seus cabelos com os dedos e dá uma olhada em seu reflexo. Não está tão ruim.

Acho que já deu para entender, não? Na narração, só precisa dizer o que está acontecendo.

As falas são tão simples quanto a narração, e tão auto-explicativas quanto: São tudo o que seu personagem diz/disse. Podem depois de um ou dois traços, depois de um travessão ou entre aspas.

Roz sorriu para sua colega de quarto:
- Bom dia!


Nellie sorriu de volta:
-- Bom dia!


Claire, que acabara de acordar, resmungou:
_ As duas não sabem fazer silêncio?


Alguém riu e as três perceberam que havia alguém na porta. Era Mel.
"E então, crianças? O que vão fazer com o primeiro horário vago?"

Depois das falas, vem os pensamentos. Ele se caracteriza por tudo o que o personagem pensa ou acha. Pode ser indicado entre aspas - quando você não as utilizas para falar - ou dentro do texto mesmo, sendo precedido ou sucedido pela especificação de pensamento.

Roz não gostava muito de Mel. Achava-a incrivelmente chata e arrogante. "Não é da sua conta!" pensou em dizer, mas soaria muito mal educada se o fizesse.
- Não sei. E você?


Mel sorriu falsamente. A recíproca era verdadeira em se tratando das duas. Não se gostavam de jeito nenhum. Ela pensou no quanto Roz era falsa, para uma lufana.
"Nada."

Mais uma vez, bem simples de entender. Com isso, creio que englobo toda a estrutura de um turno. Qualquer dúvida basta perguntar por comentário ou no meu face mesmo.

Sem mais,
Cissa Black.

Yule Ball


O baile de fim de ano já está marcado! Está esperando o que para participar? 

Escolham seus vestidos, meninas! Meninos, chamem seus pares. Porque nosso baile de final de ano já está marcado e completamente organizado... Só falta a sua participação.
Será nosso último evento, e marcará o início das férias escolares.

Boas-Vindas

Bem, essa é a nossa primeira postagem, não é lindo? Não tive tempo para postar antes, mas com o RPG mais ou menos encaminhado já tenho mais tempo para me dedicar aos detalhes.

Falar em tempo, nossa, como ele passa rápido. Parece mesmo que ontem eu acabava de chegar no RPG, moderado pela Apolline Black - que faz pouco tempo ainda estava como minha prima na conta da Cis, huashuashuas. 

Mas ela se foi, e eu e a Mônica agora estamos no comando TREMAM MORTAIS. Acho que temos algumas coisas para explicar, muitas para resolver, mas até agora permanecemos firme e fortes, e pretendemos permanecer até o fim do mundo. Está perto, no dia 21...

Eu gostaria de agradecer ao apoio de todos vocês, que vieram com ideias e deram suporte à ideia de começarmos uma nova moderação desde o início. Não coloquei muita fé no início, sabe? Talvez ainda seja um pouco cedo para falar, mas acho que vai funcionar. 

Falando sério agora, com a chegada de alguns novos membros, Ann e eu discutimos sobre um comitê de boas-vindas, e ela ficou como Presidenta do Comitê de Boas-Vindas. Aproveito o título, Ann. 

Outra coisa foi que eu e a Mô decidimos colocar algumas dicas de português por aqui, nada complicado demais, para melhorar nossas postagens no RPG. Pensei em fazer algo semanal ou quinzenal, mas isso vai pelo tempo que vamos ter para organizar tudo.

Pedimos a ajuda de vocês para ajudar os novatos a se adaptarem, okay? Acho que é só... Não queria me estender demais, e já escrevi mais do que pretendia, haha.

Sem mais,
Cissa Black. Lily Evans, Joe Hart, Sirius Black e Perseus Thorne.